Onde estaria o sol?
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13 abril 2014
03 março 2014
20 julho 2011
Além
do Guardador de Rebanhos - Alberto Caeiro
(...)
Pensar incomoda como andar à chuva
Quando o vento cresce e parece que chove mais.
Não tenho ambições nem desejos
Ser poeta não é uma ambição minha.
É a minha maneira de estar sozinho.
(...)
Quando me sento a escrever versos
Ou, passeando pelos caminhos ou pelos atalhos,
Escrevo versos num papel que está no meu pensamento,
Sinto um cajado nas mãos
E vejo um recorte de mim
No cimo dum outeiro
(...)
24 junho 2011
19 maio 2011
Breve tempo de abraço
Mais um Maio para guardar fechado, para inverter tendências de clivagens antigas. Cada vez mais no centro do remoinho, do pujinho de vento primaveril.
E sem nada mais que um botão de disparo...
16 abril 2011
13 março 2011
After hope
03 junho 2010
Amanhecer com aroma de Verão
Lá para o S. João espero que a passarada deixe alguns para provar
Descanso, pois claro
Aí nascem as romãs
Este ano foram melhores as ervilhas que as favas.
05 maio 2010
Nossa Senhora dos Prazeres
04 maio 2010
03 maio 2010
06 abril 2010
Hábito primeiro
Para crescer tive raiz
Estiquei os braços e voei
Não consegui tudo o que quis
E um dia à terra voltei
Não quis ser o dono de nada
Apenas o reino do hoje
Aqui ao lado passa a estrada
E ao longe a ribeira que foge
Tenho o azul como guarida
O vento como vizinho
Tudo o que conquistei na vida
É companhia do seco pinho
10 fevereiro 2010
Culturas de Inverno
Só para a posteridade - darão lugar a outras culturas
A meio do quartel
Semente velha e seleccionada
Laranja amarga
Sem abono, adubo, atenção, mais dedicação e tanta falta de predicados, mas lá vai dando para lavar a vista e encher a alma.
17 dezembro 2009
Fim de Outono
Aproxima-se o Inverno. Não tão exacto como antigamente ( até parece que já sou idoso ).
Já comecei a prepara a terra para o faval do costume. Este ano - no próximo - vou semear mais tarde. Costumo semear em Dezembro mas desta vez vou tentar Janeiro.
Quando havia por aqui mais árvores - nespereiras e laranjeiras - que morreram por falta de água, nesta terra muito porosa, quando se cavava a terra, era costume encontrar-se uns bicharocos brancos chamados de pão-de-galo, que eram bastante maiores do que os encontrados
agora, talvez por causa das raízes em decomposição.
E como é costume nesta época, a geada fez a sua aparição. A erva resiste melhor que certas culturas. Mas também acaba com muitos parasitas.
E como é diferente o frio no Alentejo. Especialmente dentro de casa, mas como está fechada grande parte do ano justifica-se. É um frio mais seco, que causa falta de hidratação na pele. Quanto ao resto, ar puro, luz e cores equilibram a diferença e mal-estar nocturno.

05 novembro 2009
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