14 outubro 2006
Outono
Mas o sol quer contrariar essa tendência com os seus raios de sagacidade de não esmorecer as ideias e a vontade de ultrapassar obstáculos.
Nestas manhãs frescas de tardio estio, vemos aproximar-se o manto da nuvem do Oriente mas, há que dissipar trovoadas e ver por entre as folhas que teimam em não tombar ao sabor do vento norte e da debandada das aves rumo a Sul.
O Oeste também nos diz que será dali que vem a nova herança de vida.
23 setembro 2006
22 setembro 2006
Sol
Do pouco que consegui ver, aquilo é quase só malta que se dedica à autopromoção. Vamos lá a ver se o webmaster põe alguma ordem naquilo!!
http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/
Digam qualquer coisa
20 setembro 2006
Ainda ontem voava nas asas do sol
Na solidão da tua companhia
Há que eras o calor não sentia
A brisa do vento suão soprou
E a calma das tardes do Alentejo
Onde nas ondas de calor teus olhos vejo
E subo ao alto do monte crestado pelo fogo
12 setembro 2006
30 agosto 2006
Hot in low ground
As folhas das laranjeiras já nem para infusão servem. E o dinheiro nem para água dá.
O pó seco da estrada mete-se na garganta sequiosa por 1 cervejola.
As conversas surdas dos entendidos na matéria da inovação e melhoramentos entopem os ouvidos com cerume azedo, que infecta os neurónios já mais negros que cinzentos.
O tempo dirá se chegaremos ao Natal.
18 agosto 2006
Isto aqui assim
O grupo da Linha ataca outra vez.
Da linha Verde do Metro, se é que me fiz entender. É o ataque ao poder que sempre criticaram e do qual nunca fariam parte pelas ideias retrógadas e sem sentido de amizade. Vamos lá a ver se a queda que irão ter chega para os fazer voltar à realidade dos factos. Especialistas em tirar tapetes e em cuscovilhices de velhos do Restelo versão Janelas Verdes (mau!!) à Lapa, com a benção do Capitão Gancho.
Lá temos que ter mais uma grande dose de paciência. Só é pena os amigos terem algum receio de enfrentá-los. Coisas da idade e da conjuntura.
Bom, vou apanhar o avião para o novo aérodromo de Ponte de Sor, que para lá, ao menos, ainda não há um controle apertado das bagagens de mão, senão não podia trazer os 5 litros... de azeite, ou estavam a pensar noutra coisa.
03 julho 2006
01 julho 2006
Sr.Ivanov

Resolvi fzr 1 post desta img em homenagem ao Sr. Ivanov. Um árbitro Russo k "apitou" o jogo portugal-holanda
L0oL
07 junho 2006
03 junho 2006
Corfebol!!
Neste fim-de-semana, precisamente no dia de hoje disputa-se em Almeida a final da taça de Portugal entre o Clube Corfebol de Oeiras e o Nucleo de Corfebol de Benfica. O CCO foi o campeão nacional este ano e e o NCB foi o campeão na passada época.
A Inês joga no CCO e também é atleta da selecção nacional.
A 10 minutos do final da partida, a Inês é a melhor marcadora com 4 golos.
A 5 minutos do fim, o André do CCO marcou um golaço.
Já vos digo o resultado.
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1 minuto e 30 para o fim
Resultado final e vencedor da taça:
CCO-13 NCB-7
Vencedor
Parabens Inês.
28 maio 2006
Abutres no Alentejo??

Não sei se foi do calorão (37.ºC) ou do almoço, mas hoje dei comigo a olhar para o céu e vejo um bando de aves, entre 8 e 1o, que, assim de repente, pareciam abutres a rondar a carniça!!!! Após alguma concentração, vi que estava em pleno Alentejo e por lá só há abutres sem asas, portanto, o que seria?? Eram cegonhas a gozar os prazeres das correntes quentes para as quais espreguiçavam as suas longas asas de pontas negras. Estavam com pouca vontade de ir até França buscar mais crianchinhas!
21 maio 2006
Maio, mês das flores e cores
As cores do verão estão a chegar. E o calor que faz a miragem também.Próximo fim-de-semana outra vez de volta ao meu terreiro de terras secas e brisa sufocante onde só as vacas louras sobrevivem.
As flores lavam-nos os olhos com suas pétalas de brilho mate, e dão alimento aos insectos que cruzam os ares cheios de luz.
16 maio 2006
Tensão em alta

Virá o dia em que não haverá dia que o sol nasça sem a nuvem da desgraça e do seu alegre companheiro: o complexo da PDI.
Não sei se é do dia-a-dia de incerteza do futuro do emprego, ao que se junta este tempo primaveril carregado de pólens e de nuvens que batalham para descarregar um trovoada seca para nos aturdir as ideias e a vontade de produzir trabalho ou ter mais um pouco de paciência para a luta contra o "deixa andar que eu quero é a reforma", mas a irmãs sistólica e a diastólica teimam, ao que sinto, em apertar com a circulação e trânsito sanguíneo que o meu coração tenta fluir da melhor maneira e não contando com a ajuda das pernas cansadas.
10 maio 2006
08 maio 2006
Quando quatro quadrilhas quebram quadros.

A caminho da veterania nesta vida de peças de automóveis, a crise que nos atravessa o espírito, põe-nos a andar em duas rodas, para tentar encontrar o caminho certo.
Depois há quem diga que não vale a pena lutar contra ventos e marés de veteranos mais veteranos que nós.
Algo como o comodismo e aproveitamento de situações para proveito próprio, só cria revolta e ajuda a baixar ainda mais o moral.
O melhor era sairem da berma da estrada...
06 maio 2006
Olhai os lirios do campo
De repente olhas o horizonte azul celesteE vês as tuas sombras negras ao longe
Nunca foste aquilo que não quiseste
E tens que voar para perto das nuvens carregadas de gelo
Para ver se de descobres a vítima que fez o apelo
Senão mais valia teres estudado para monge
Flor bela que escreves com teu aroma
Onde a abelha busca o teu pólen doce
Espantou o sol até que a luz se fosse
Pois a lua ainda só vem em Roma.
Fome Negra
Fome Negra.Freguesia de Galveias, esta terra manhosa, fica na margem esquerda da ribeira do Sor, antes de se começar a formar a barragem.
Fértil em mato, tojos e outras culturas arvenses sem qualquer proveito que se veja. Propício a fogos e a canseiras, já foi habitado por ganhões e jornaleiros, que conseguiam extrair desta terra árida o seu sustento alimentar, ns primeira décadas do século XX.
Há uma dúvida que me acompanha: será que o nome que lhe foi dado terá a ver com as dificuldades que haveria em trabalhar a terra, que pouco tem a ver com a paisagem alentejana, de típica planície, e em que a fome era negra depois de um dia de labuta?
04 maio 2006
Maio, mês do coração
Temos que saber se falamos do coração físico, se do psíquico, pois ambos são difíceis de manter em boa forma. As mesmas situações tanto podem afectar um, como o outro, mas a maneira de recuperar a forma são distintas, na forma e no conteúdo.

Lentamente subo a colina
Para apreciar a paisagem
Para beber água da mina
Tenho que levar sede e coragem
Gosto pouco da viagem
Porque aumenta a adrenalina
Só quando vejo que não é miragem
Te vejo em cada esquina







