13 maio 2007

Casa velha


Tudo tem o seu fim, mas a natureza vela sempre pela sua sobrevivência. Já nós....

21 abril 2007

Sementeira



Água e terra que se juntam
Seja ao sol ou ao luar
Sementes que lá caiam
Por certo irão vingar
Seja erva ou cereal
Seja árvore ou tojeira
Como nesta vida real
Não há nada que não queira.

26 fevereiro 2007

Iluminar o caminho

















Para iluminar teu caminho
Esta vela não se apaga
Aqui já não estou sozinho
Mas não espero nova vaga
Foste forte até ao fim
Nunca perdeste teu sorriso
E fizeste com que assim
A amizade não fosse acaso
Vai até onde não querias
Mas fica onde não irias

30 dezembro 2006

Final countdown

30 e amanhã 31
Ano Velho vai-te embora
Lá se passou mais um
Velocidade que se ignora

Bom Ano Novo para quem quiser e o puder ter

22 dezembro 2006

Eh pá, é Natal

Nesta época de paz e amizade
O frio junta em dois o calor
E quando se procura a verdade
Em qualquer sítio se encontra o amor



Bom Natal, Feliz Natal, Amor Total

16 dezembro 2006

Luz e cor

E aproxima-se o Natal e o fim de ano.
Os dias vão começar a crescer em número de horas de sol (se o houver).
Novo ano, novas esperanças.
Quero sempre algo em troca dum sorriso.
Será que vale o esforço??
Vale sempre aquilo que nos acompanha por razão nenhuma!

30 novembro 2006

A minha alegre



Que idade é que eu tinha?
E estava a minha avó sozinha
Tão atenta a um neto seu!

Meu Deus como é bom lembrar,
O que a memória quer apagar:
A queda de um guarda-louça por um troféu.

22 novembro 2006

Azeite


Tempo da apanha da azeitona.
Boa produção este ano. Alguma ainda verde, mas de boa qualidade. Os lagares, certificados e sob alçada de directrizes europeias e alguma impáfia de rei, abusam na funda de azeite a dar aos produtores: sete. Já vi anos mais ruins em que se atingiam dez a doze. E no tempo dos capachos e prensas lembro-me de ser cinco a seis por fanga.

A continuar assim mais vale arrancar as árvores centenárias e depositar sementes de cultura arvense para produção de madeira ou pasta de papel.
Os monopólios e cartelização nunca servem os interesses das populações.
À atenção dos responsáveis da Agricultura.

16 novembro 2006

Revolution of the mind















Algo vai na sombra do outeiro seco que envolve a semente do desespero e deixa um rasto de ambição incontrolável. Então já não chega o que ficou para trás? Deixem a paixão no canto escuro do baú. Não quero nada que me seja oferecido, tenho que lutar por isso, ou não. Ficar quieto e mudo, ouvir o silêncio das brancas ondas sonoras.


14 outubro 2006

Outono

Já estamos nos meados de Outubro, tempo do cair da folha, e da esperança.
Mas o sol quer contrariar essa tendência com os seus raios de sagacidade de não esmorecer as ideias e a vontade de ultrapassar obstáculos.

Nestas manhãs frescas de tardio estio, vemos aproximar-se o manto da nuvem do Oriente mas, há que dissipar trovoadas e ver por entre as folhas que teimam em não tombar ao sabor do vento norte e da debandada das aves rumo a Sul.

O Oeste também nos diz que será dali que vem a nova herança de vida.

22 setembro 2006

Sol

Criei ontem 1 blog no site do semanário Sol, que já ia com 2.000 e muitos registos de participantes no site
Do pouco que consegui ver, aquilo é quase só malta que se dedica à autopromoção. Vamos lá a ver se o webmaster põe alguma ordem naquilo!!

http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/

Digam qualquer coisa

20 setembro 2006

Ainda ontem voava nas asas do sol

Mais um ano que passou
Na solidão da tua companhia
Há que eras o calor não sentia
A brisa do vento suão soprou
E a calma das tardes do Alentejo
Onde nas ondas de calor teus olhos vejo
E subo ao alto do monte crestado pelo fogo

30 agosto 2006

Hot in low ground

Mais uma vez o calor aperta. E o cerco também.
As folhas das laranjeiras já nem para infusão servem. E o dinheiro nem para água dá.
O pó seco da estrada mete-se na garganta sequiosa por 1 cervejola.
As conversas surdas dos entendidos na matéria da inovação e melhoramentos entopem os ouvidos com cerume azedo, que infecta os neurónios já mais negros que cinzentos.

O tempo dirá se chegaremos ao Natal.

18 agosto 2006

Isto aqui assim



O grupo da Linha ataca outra vez.

Da linha Verde do Metro, se é que me fiz entender. É o ataque ao poder que sempre criticaram e do qual nunca fariam parte pelas ideias retrógadas e sem sentido de amizade. Vamos lá a ver se a queda que irão ter chega para os fazer voltar à realidade dos factos. Especialistas em tirar tapetes e em cuscovilhices de velhos do Restelo versão Janelas Verdes (mau!!) à Lapa, com a benção do Capitão Gancho.

Lá temos que ter mais uma grande dose de paciência. Só é pena os amigos terem algum receio de enfrentá-los. Coisas da idade e da conjuntura.

Bom, vou apanhar o avião para o novo aérodromo de Ponte de Sor, que para lá, ao menos, ainda não há um controle apertado das bagagens de mão, senão não podia trazer os 5 litros... de azeite, ou estavam a pensar noutra coisa.