Eu bem tentei apanhar um raio desprevenido, mas foram todos mais rápidos que eu. Vejam que conseguem apanhar algum!
12 setembro 2007
25 agosto 2007
Dias cinzentos
Dias nunca iguais
Até que a sombra esmoreça
Assim há outros que tais
Que me sumem da cabeça
E era o vento, a chuva, a trovoada, um beijo de até daqui a nada, que os teus olhos me diziam a contento, sem nunca brilharem no momento.
Uma janela fechada
Tem duas vias paralelas
Uma leva a quase nada
Outra acende 7 velas
04 agosto 2007
De pé como a terra
04 julho 2007
Ponte
17 maio 2007
13 maio 2007
21 abril 2007
Sementeira
Água e terra que se juntam
Seja ao sol ou ao luar
Sementes que lá caiam
Por certo irão vingar
Seja erva ou cereal
Seja árvore ou tojeira
Como nesta vida real
Não há nada que não queira.
26 fevereiro 2007
Iluminar o caminho
01 janeiro 2007
30 dezembro 2006
Final countdown
30 e amanhã 31
Ano Velho vai-te embora
Lá se passou mais um
Velocidade que se ignora
Bom Ano Novo para quem quiser e o puder ter
Ano Velho vai-te embora
Lá se passou mais um
Velocidade que se ignora
Bom Ano Novo para quem quiser e o puder ter
22 dezembro 2006
Eh pá, é Natal
Nesta época de paz e amizade
O frio junta em dois o calor
E quando se procura a verdade
Em qualquer sítio se encontra o amor
Bom Natal, Feliz Natal, Amor Total
O frio junta em dois o calor
E quando se procura a verdade
Em qualquer sítio se encontra o amor
Bom Natal, Feliz Natal, Amor Total
16 dezembro 2006
Luz e cor
30 novembro 2006
A minha alegre
22 novembro 2006
Azeite

Tempo da apanha da azeitona.
Boa produção este ano. Alguma ainda verde, mas de boa qualidade. Os lagares, certificados e sob alçada de directrizes europeias e alguma impáfia de rei, abusam na funda de azeite a dar aos produtores: sete. Já vi anos mais ruins em que se atingiam dez a doze. E no tempo dos capachos e prensas lembro-me de ser cinco a seis por fanga.
A continuar assim mais vale arrancar as árvores centenárias e depositar sementes de cultura arvense para produção de madeira ou pasta de papel.
Os monopólios e cartelização nunca servem os interesses das populações.
À atenção dos responsáveis da Agricultura.
16 novembro 2006
Revolution of the mind

Algo vai na sombra do outeiro seco que envolve a semente do desespero e deixa um rasto de ambição incontrolável. Então já não chega o que ficou para trás? Deixem a paixão no canto escuro do baú. Não quero nada que me seja oferecido, tenho que lutar por isso, ou não. Ficar quieto e mudo, ouvir o silêncio das brancas ondas sonoras.
14 outubro 2006
Outono
Já estamos nos meados de Outubro, tempo do cair da folha, e da esperança.
Mas o sol quer contrariar essa tendência com os seus raios de sagacidade de não esmorecer as ideias e a vontade de ultrapassar obstáculos.
Nestas manhãs frescas de tardio estio, vemos aproximar-se o manto da nuvem do Oriente mas, há que dissipar trovoadas e ver por entre as folhas que teimam em não tombar ao sabor do vento norte e da debandada das aves rumo a Sul.
O Oeste também nos diz que será dali que vem a nova herança de vida.
Mas o sol quer contrariar essa tendência com os seus raios de sagacidade de não esmorecer as ideias e a vontade de ultrapassar obstáculos.
Nestas manhãs frescas de tardio estio, vemos aproximar-se o manto da nuvem do Oriente mas, há que dissipar trovoadas e ver por entre as folhas que teimam em não tombar ao sabor do vento norte e da debandada das aves rumo a Sul.
O Oeste também nos diz que será dali que vem a nova herança de vida.
23 setembro 2006
22 setembro 2006
Sol
Criei ontem 1 blog no site do semanário Sol, que já ia com 2.000 e muitos registos de participantes no site
Do pouco que consegui ver, aquilo é quase só malta que se dedica à autopromoção. Vamos lá a ver se o webmaster põe alguma ordem naquilo!!
http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/
Digam qualquer coisa
Do pouco que consegui ver, aquilo é quase só malta que se dedica à autopromoção. Vamos lá a ver se o webmaster põe alguma ordem naquilo!!
http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/
Digam qualquer coisa
20 setembro 2006
Ainda ontem voava nas asas do sol
Mais um ano que passou
Na solidão da tua companhia
Há que eras o calor não sentia
A brisa do vento suão soprou
E a calma das tardes do Alentejo
Onde nas ondas de calor teus olhos vejo
E subo ao alto do monte crestado pelo fogo
Na solidão da tua companhia
Há que eras o calor não sentia
A brisa do vento suão soprou
E a calma das tardes do Alentejo
Onde nas ondas de calor teus olhos vejo
E subo ao alto do monte crestado pelo fogo
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Mais um ano que começa e não consigo perceber porque o texto que estou a digitar aparece sempre sublinhado e não consigo desfazer isto!!!





