12 novembro 2007

Outono e outros


As romãs já se apanharam todas, ainda mal criadas. É o que dá este tempo quente...




Mas os corvos continuam a aparecer.











E o entardecer continua a ser difícil. Não se desliga. Não dá descanso. Não descansa....


13 outubro 2007




Nos dias de Outono que minguam
O vento esfrangalha as nuvens
E eu admiro as aves que voam
Sem nunca as fotografar nas paisagens

12 setembro 2007

Trovoada de verão





Eu bem tentei apanhar um raio desprevenido, mas foram todos mais rápidos que eu. Vejam que conseguem apanhar algum!


25 agosto 2007

Dias cinzentos









Dias nunca iguais




Até que a sombra esmoreça




Assim há outros que tais




Que me sumem da cabeça




E era o vento, a chuva, a trovoada, um beijo de até daqui a nada, que os teus olhos me diziam a contento, sem nunca brilharem no momento.






Uma janela fechada

Tem duas vias paralelas

Uma leva a quase nada

Outra acende 7 velas

04 agosto 2007

De pé como a terra


O abandono vingou
Numa terra que não chorou
Mas que mostra o seu desencanto
Onde não há lágrimas para pranto

Só a casa resiste ao desenvolvimento
E á falta de sentimento
Tanta luta e fome aqui passou
Numa terra que tanta gente amou

04 julho 2007

Ponte



Esta é a ponte que dá nome á cidade. Foi remodelada recentemente, pois já havia dificuldade em ser atravessada por veículos de maiores dimensões em sentidos opostos.

13 maio 2007

Casa velha


Tudo tem o seu fim, mas a natureza vela sempre pela sua sobrevivência. Já nós....

21 abril 2007

Sementeira



Água e terra que se juntam
Seja ao sol ou ao luar
Sementes que lá caiam
Por certo irão vingar
Seja erva ou cereal
Seja árvore ou tojeira
Como nesta vida real
Não há nada que não queira.

26 fevereiro 2007

Iluminar o caminho

















Para iluminar teu caminho
Esta vela não se apaga
Aqui já não estou sozinho
Mas não espero nova vaga
Foste forte até ao fim
Nunca perdeste teu sorriso
E fizeste com que assim
A amizade não fosse acaso
Vai até onde não querias
Mas fica onde não irias

30 dezembro 2006

Final countdown

30 e amanhã 31
Ano Velho vai-te embora
Lá se passou mais um
Velocidade que se ignora

Bom Ano Novo para quem quiser e o puder ter

22 dezembro 2006

Eh pá, é Natal

Nesta época de paz e amizade
O frio junta em dois o calor
E quando se procura a verdade
Em qualquer sítio se encontra o amor



Bom Natal, Feliz Natal, Amor Total

16 dezembro 2006

Luz e cor

E aproxima-se o Natal e o fim de ano.
Os dias vão começar a crescer em número de horas de sol (se o houver).
Novo ano, novas esperanças.
Quero sempre algo em troca dum sorriso.
Será que vale o esforço??
Vale sempre aquilo que nos acompanha por razão nenhuma!

30 novembro 2006

A minha alegre



Que idade é que eu tinha?
E estava a minha avó sozinha
Tão atenta a um neto seu!

Meu Deus como é bom lembrar,
O que a memória quer apagar:
A queda de um guarda-louça por um troféu.

22 novembro 2006

Azeite


Tempo da apanha da azeitona.
Boa produção este ano. Alguma ainda verde, mas de boa qualidade. Os lagares, certificados e sob alçada de directrizes europeias e alguma impáfia de rei, abusam na funda de azeite a dar aos produtores: sete. Já vi anos mais ruins em que se atingiam dez a doze. E no tempo dos capachos e prensas lembro-me de ser cinco a seis por fanga.

A continuar assim mais vale arrancar as árvores centenárias e depositar sementes de cultura arvense para produção de madeira ou pasta de papel.
Os monopólios e cartelização nunca servem os interesses das populações.
À atenção dos responsáveis da Agricultura.

16 novembro 2006

Revolution of the mind















Algo vai na sombra do outeiro seco que envolve a semente do desespero e deixa um rasto de ambição incontrolável. Então já não chega o que ficou para trás? Deixem a paixão no canto escuro do baú. Não quero nada que me seja oferecido, tenho que lutar por isso, ou não. Ficar quieto e mudo, ouvir o silêncio das brancas ondas sonoras.


14 outubro 2006

Outono

Já estamos nos meados de Outubro, tempo do cair da folha, e da esperança.
Mas o sol quer contrariar essa tendência com os seus raios de sagacidade de não esmorecer as ideias e a vontade de ultrapassar obstáculos.

Nestas manhãs frescas de tardio estio, vemos aproximar-se o manto da nuvem do Oriente mas, há que dissipar trovoadas e ver por entre as folhas que teimam em não tombar ao sabor do vento norte e da debandada das aves rumo a Sul.

O Oeste também nos diz que será dali que vem a nova herança de vida.

22 setembro 2006

Sol

Criei ontem 1 blog no site do semanário Sol, que já ia com 2.000 e muitos registos de participantes no site
Do pouco que consegui ver, aquilo é quase só malta que se dedica à autopromoção. Vamos lá a ver se o webmaster põe alguma ordem naquilo!!

http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/

Digam qualquer coisa

20 setembro 2006

Ainda ontem voava nas asas do sol

Mais um ano que passou
Na solidão da tua companhia
Há que eras o calor não sentia
A brisa do vento suão soprou
E a calma das tardes do Alentejo
Onde nas ondas de calor teus olhos vejo
E subo ao alto do monte crestado pelo fogo

30 agosto 2006

Hot in low ground

Mais uma vez o calor aperta. E o cerco também.
As folhas das laranjeiras já nem para infusão servem. E o dinheiro nem para água dá.
O pó seco da estrada mete-se na garganta sequiosa por 1 cervejola.
As conversas surdas dos entendidos na matéria da inovação e melhoramentos entopem os ouvidos com cerume azedo, que infecta os neurónios já mais negros que cinzentos.

O tempo dirá se chegaremos ao Natal.

18 agosto 2006

Isto aqui assim



O grupo da Linha ataca outra vez.

Da linha Verde do Metro, se é que me fiz entender. É o ataque ao poder que sempre criticaram e do qual nunca fariam parte pelas ideias retrógadas e sem sentido de amizade. Vamos lá a ver se a queda que irão ter chega para os fazer voltar à realidade dos factos. Especialistas em tirar tapetes e em cuscovilhices de velhos do Restelo versão Janelas Verdes (mau!!) à Lapa, com a benção do Capitão Gancho.

Lá temos que ter mais uma grande dose de paciência. Só é pena os amigos terem algum receio de enfrentá-los. Coisas da idade e da conjuntura.

Bom, vou apanhar o avião para o novo aérodromo de Ponte de Sor, que para lá, ao menos, ainda não há um controle apertado das bagagens de mão, senão não podia trazer os 5 litros... de azeite, ou estavam a pensar noutra coisa.

01 julho 2006

Sr.Ivanov


Resolvi fzr 1 post desta img em homenagem ao Sr. Ivanov. Um árbitro Russo k "apitou" o jogo portugal-holanda


L0oL

03 junho 2006

Corfebol!!

Vocês conhecem o corfebol?? Jogo com equipas mistas de oito elementos com um cesto cilindrico, em que 4 defendem e outros quatro atacam.

Neste fim-de-semana, precisamente no dia de hoje disputa-se em Almeida a final da taça de Portugal entre o Clube Corfebol de Oeiras e o Nucleo de Corfebol de Benfica. O CCO foi o campeão nacional este ano e e o NCB foi o campeão na passada época.

A Inês joga no CCO e também é atleta da selecção nacional.
A 10 minutos do final da partida, a Inês é a melhor marcadora com 4 golos.
A 5 minutos do fim, o André do CCO marcou um golaço.
Já vos digo o resultado.

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1 minuto e 30 para o fim


Resultado final e vencedor da taça:
CCO-13 NCB-7

Vencedor

Parabens Inês.

28 maio 2006

Abutres no Alentejo??











Não sei se foi do calorão (37.ºC) ou do almoço, mas hoje dei comigo a olhar para o céu e vejo um bando de aves, entre 8 e 1o, que, assim de repente, pareciam abutres a rondar a carniça!!!! Após alguma concentração, vi que estava em pleno Alentejo e por lá só há abutres sem asas, portanto, o que seria?? Eram cegonhas a gozar os prazeres das correntes quentes para as quais espreguiçavam as suas longas asas de pontas negras. Estavam com pouca vontade de ir até França buscar mais crianchinhas!

21 maio 2006

Maio, mês das flores e cores

As cores do verão estão a chegar. E o calor que faz a miragem também.

Próximo fim-de-semana outra vez de volta ao meu terreiro de terras secas e brisa sufocante onde só as vacas louras sobrevivem.

As flores lavam-nos os olhos com suas pétalas de brilho mate, e dão alimento aos insectos que cruzam os ares cheios de luz.

16 maio 2006

Tensão em alta





















Virá o dia em que não haverá dia que o sol nasça sem a nuvem da desgraça e do seu alegre companheiro: o complexo da PDI.

Não sei se é do dia-a-dia de incerteza do futuro do emprego, ao que se junta este tempo primaveril carregado de pólens e de nuvens que batalham para descarregar um trovoada seca para nos aturdir as ideias e a vontade de produzir trabalho ou ter mais um pouco de paciência para a luta contra o "deixa andar que eu quero é a reforma", mas a irmãs sistólica e a diastólica teimam, ao que sinto, em apertar com a circulação e trânsito sanguíneo que o meu coração tenta fluir da melhor maneira e não contando com a ajuda das pernas cansadas.

08 maio 2006

Quando quatro quadrilhas quebram quadros.



A caminho da veterania nesta vida de peças de automóveis, a crise que nos atravessa o espírito, põe-nos a andar em duas rodas, para tentar encontrar o caminho certo.

Depois há quem diga que não vale a pena lutar contra ventos e marés de veteranos mais veteranos que nós.

Algo como o comodismo e aproveitamento de situações para proveito próprio, só cria revolta e ajuda a baixar ainda mais o moral.

O melhor era sairem da berma da estrada...

06 maio 2006

Olhai os lirios do campo

De repente olhas o horizonte azul celeste
E vês as tuas sombras negras ao longe
Nunca foste aquilo que não quiseste
E tens que voar para perto das nuvens carregadas de gelo
Para ver se de descobres a vítima que fez o apelo
Senão mais valia teres estudado para monge


Flor bela que escreves com teu aroma
Onde a abelha busca o teu pólen doce
Espantou o sol até que a luz se fosse
Pois a lua ainda só vem em Roma.

Fome Negra

Fome Negra.

Freguesia de Galveias, esta terra manhosa, fica na margem esquerda da ribeira do Sor, antes de se começar a formar a barragem.

Fértil em mato, tojos e outras culturas arvenses sem qualquer proveito que se veja. Propício a fogos e a canseiras, já foi habitado por ganhões e jornaleiros, que conseguiam extrair desta terra árida o seu sustento alimentar, ns primeira décadas do século XX.

Há uma dúvida que me acompanha: será que o nome que lhe foi dado terá a ver com as dificuldades que haveria em trabalhar a terra, que pouco tem a ver com a paisagem alentejana, de típica planície, e em que a fome era negra depois de um dia de labuta?

04 maio 2006

Maio, mês do coração

Já vamos no mês de Maio, 5.º mês do ano, dito do coração.

Temos que saber se falamos do coração físico, se do psíquico, pois ambos são difíceis de manter em boa forma. As mesmas situações tanto podem afectar um, como o outro, mas a maneira de recuperar a forma são distintas, na forma e no conteúdo.




Lentamente subo a colina
Para apreciar a paisagem
Para beber água da mina
Tenho que levar sede e coragem

Gosto pouco da viagem
Porque aumenta a adrenalina
Só quando vejo que não é miragem
Te vejo em cada esquina

30 abril 2006

N.º 50

Post n.º 50

No quinquagésimo não me apetece escrever muita coisa.

Até prá semana.

28 abril 2006

Ao que isto chegou


O que chegou ao fim, para já, foram metade do período de férias. Ainda se mete o fim-de-semana pelo meio (ainda por cima de 3 dias), mas lá vamos novamente para a luta.


Foram 17 dias passados no Cansado, a trabalhar alguma coisa, algum descanso físico e moral, mas ficou algo por fazer, que seria, talvez, o mais importante, que era a resolução da concessão da sepultura dos meus avós e que, possivelmente por inépcia dos serviços camarários, não ficou claro que ela já tivesse sido feita pelo meu bisavô, António Manuel Roças, que fez a compra no dis
tante ano de 1923. Segundo os serviços, temos que achar todos os herdeiros vivos do meu bisavô para que assinem uma declaração prescindindo dos direitos à sepultura para que ela possa ficar em nome da minha mãe. Burocracias!!

No meio disto tudo, consegui saber o nome dos pais da minha avó Maria Trindade (mais conhecida por avó Dade), que são: Francisco Pascoal de Mira e Trindade Alexandrina. Tenho já uma árvore genealógica muito completa, mas vou prosseguir as investigações.



25 abril 2006

Cortiças e Lda.

Aqui nesta foto, podemos apreciar a tecnica deste descorticeiro a descascar a cortiça de um ramo de sobreiro.

08 abril 2006

Vamos lá embora

Como é que te sentes hoje, ao ver que já lá vão 37 horas e 42 minutos sem que alguém se cruze no teu caminho, só para te fazer sentir que não andas sozinho na dança da vida. Eu gostava mais da valsa, mas acho que só tenho jeito para o fandango.
Não tentem fazer contas às horas, que o tempo é coisa que não conta na poeira do horizonte. Uma caminhada ao barroco do Bufo, logo a seguir ao Freixo, onde o eco faz vibrar as folhas ressequidas, dá-nos aquela saudável dor na barriga das pernas e fluir o sangue na aorta.

Vi um ninho de mafagafe
Com sete mafagafinhos
Quando pia a mafagafe
Piam os sete mafagafinhos

Vê lá tu se consegues
Com teu sorriso de ânsia
E vê lá não escorregues
Na casca da melância

Corre o rio pela planície, à procura de companhia, que nem as curvas nem os aterros conseguem demovê-lo de se juntar à ribeira para viverem juntos até à foz.

Amanda lá isso pramim

06 abril 2006

Balas e bólides











Num belo dia de Primavera ia o Sr. Rui a conduzir o seu Fiat 126 a caminho do Cansado, com o acelerador de mão activado, para não cansar o pé, quando se fez uma paragem técnica para abastecer os ocupantes do pequeno bólide e para dar descanso ao mesmo, que a temperatura nesse dia estava um pouco elevada para a época. A fonte tinha uma àgua muito boa (ainda a deve ter, se os qímicos não deram cabo dela). Nunca mais lá passámos pois, com a nova estrada de Sta. Justa, poupa-se nos quilómetros e no tempo.
Bolas para isto, que agora a electronica dá-me cabo do juízo e da paciência.

04 abril 2006

10 anos é muito tempo

Será que quando dás por ela e páras.... é que vês que já passaram 10 anos!!

A vida é mesmo isto. Quando temos 10 anos queremos ter 20.
Quando temos 20 anos queremos ter trinta.
Quanto temos trinta...... era bom que o tempo parasse.
Quanto temos quarenta, já não há muitas opções, até escrever já se torna mais lento.
Daí para a frente, queríamos é ter outra vez 10 anos, para tentar aprender coisas que a sorte ou a casmurrice fez passar ao lado.

Desculpem lá, mas isto é da P.D.I.

03 abril 2006

Gaita!!!!!!!


- Orquestra formada em Novembro de 1942 com o nome de Mindagos. Após algum tempo de inactividade reaparece em 1977 com 15 elementos. Um ano mais tarde passa a chamar-se Orquestra de Harmónicas de Ponte de Sor.
- Em 11 de Novembro de 1992 é constituída por escritura pública.
- Não cobram cachet pelas actuações, vivendo de apoios das seguintes entidades:

Câmara Municipal de Ponte de Sor, Junta de Freguesia de Ponte de Sor, Secretaria de Estado da Cultura,s INATEL, Leadersor.
- Todos os anos, às 00H00 do dia 1 de Dezembro, percorrem as ruas da cidade a tocar o Hino da Restauração. Presentemente a Orquestra é formada por 20 elementos.

Submarino amarelo


A alma dos Beatles era toda pé descalço

Estava eu na EN.2 à espera de boleia para ir até Fronteira, quando aparece o Sargento Pimenta carregando o seu trombone, assoprando:

"Tá um calor do caraças aqui neste teu Alentejo; sabia bem agora uma Guiness fresquinha."

E eu que pensava que os ingleses bebiam cerveja natural!!

BEWARE WITH DOG!

02 abril 2006

Fronteira

Encontrei um blog referindo Fronteira onde passei a minha juventude.
Quem quiser visitar aqui vai o link:
http://ultimafronteira.blogspot.com/

Um pouco de tudo sobre o país e o Alentejo.

01 abril 2006

Just a glimpse of a way in

Primavera de 2005

Dia que foi de trabalho, mas recompensado com a já famosa sardinhada com feijão frade e a salada bem temperada pela Raquel.

Foi pena a motosserra ter-se ido abaixo com tanto esforço. O velho tronco de sobreiro consegui resistir aos avanços dos dentes rapidíssimos.

Aproxima-se a Páscoa. Mais uns dias no meu Cansado energético. Alguma tarefas para fazer e umas pilhas para recarregar. Mais vale um dia de trabalho árduo no Cansado que dois nas praias poluidas da Costa.

Not all the braves are going to battle.

Esoterismo


A velha casa do pastor envelhece e adoece por cada dia que vê passar, espirrando mágoas e limpando o pó do caminho.
Só tem por companheiras as figueiras espinhosas que dão frutos carnudos e melosos.

Um mestre de Feng Shui teria aqui um trabalho árduo para devolver à velha habitação todas as energias que as pessoas, os animais e a dureza do ambiente lhe tiraram, década após década.

Contra geadas frívolas, contra trovoadas barulhentas, contra a vontade da passarada fazer o ninho, contra o calor ofegante, contra as chuvadas renovadoras, contra os copos de vinho sem-fim, contra o progresso inevitável, a carta esotérica de melhoramentos globais, trariam alegria à velha estrada de pedras roliças que nem as rodas das carroças, dos tractores, das bicicletas, nem o pisar constante de dias e dias a fio, as faz quebrar da sua irritante e desconcertante habilidade para nos tentar inflingir com as agulhas invísiveis da guarda avançada, que são essas resistentes figueiras da Índia.

Sob o olhar destruido do velho palheiro sem tecto, espera que não a deixem sozinha na luta contra inimigos fiéis, ou será que a aguarda o mesmo destino de ficar sob a luz das estrelas?

Feng Shui do longíquo oriente, traz-me a leveza do sol nascente, mas não me leves as minhas velhas e orgulhosas figueiras.