23 março 2008
14 março 2008
13 março 2008
03 março 2008
Passagem para o incerto
29 fevereiro 2008
Osciloscópio
Vai acima, lentamente
Lá fica, pouco tempo
Vai abaixo, rapidamente
Com o mais leve sopro de vento
Qualquer emoção sobe nas veias
Traz tudo e não traz nada
Uma onda de maré cheia
Molha os pés por quase nada.
Esvanece-se como nevoeiro matinal
Deixa a luz ser sempre igual.
Lá fica, pouco tempo
Vai abaixo, rapidamente
Com o mais leve sopro de vento
Qualquer emoção sobe nas veias
Traz tudo e não traz nada
Uma onda de maré cheia
Molha os pés por quase nada.
Esvanece-se como nevoeiro matinal
Deixa a luz ser sempre igual.
28 fevereiro 2008
Sentado à beira do caminho
Numa viagem pelo fugaz infinito, colocando balizas para reconhecer o caminho de volta, encontro uma inesquecível ilusão de coisas criadas com paixão.
Mas são apenas sombras. Deixadas pela passagem do tempo ingrato, que apenas passa, não se aquieta. Corro atrás, grito baixinho. Mas ele é surdo, mudo, imutável e pesado. Eu sou apenas erva daninha sem jardim para infestar.
Sento-me. No alto da paisagem plana. E o céu azul diz-me que é hora de partir. Mas eu fico. A noite quer aniquilar a luz. Mas as estrelas e o quarto-minguante derrubam a estratégia pobre.
Respiro fundo. E o sangue agradece a amizade.
Mas são apenas sombras. Deixadas pela passagem do tempo ingrato, que apenas passa, não se aquieta. Corro atrás, grito baixinho. Mas ele é surdo, mudo, imutável e pesado. Eu sou apenas erva daninha sem jardim para infestar.
Sento-me. No alto da paisagem plana. E o céu azul diz-me que é hora de partir. Mas eu fico. A noite quer aniquilar a luz. Mas as estrelas e o quarto-minguante derrubam a estratégia pobre.
Respiro fundo. E o sangue agradece a amizade.
24 fevereiro 2008
Viagens de alma
De onde tirei esta paz
Que ao cair da noite serena
Viaja no banco de trás
Guardando minha alma pequena.
Tenho ainda a casa desarrumada
Aos suspiros e soluços
Mas não a quero cismada
Nem limpa pelos abraços
Um só dia de ambição
Não rende uma fraqueza
Nem faz crescer a paixão
De ver tamanha beleza.
Que ao cair da noite serena
Viaja no banco de trás
Guardando minha alma pequena.
Tenho ainda a casa desarrumada
Aos suspiros e soluços
Mas não a quero cismada
Nem limpa pelos abraços
Um só dia de ambição
Não rende uma fraqueza
Nem faz crescer a paixão
De ver tamanha beleza.
19 fevereiro 2008
Nebulosas não.
13 fevereiro 2008
Melancolia Alentejana
11 janeiro 2008
1ª do ano
Só fotos de Ano Novo
É só um efeito especial....
Não é abstracto. É cura para a noitada....... Mas ainda é só a primeira.
Ahhhhh... é mesmo vertigem....
Mas passará.
31 dezembro 2007
12 novembro 2007
Outono e outros
E o entardecer continua a ser difícil. Não se desliga. Não dá descanso. Não descansa....
13 outubro 2007
12 setembro 2007
Trovoada de verão
25 agosto 2007
Dias cinzentos
Dias nunca iguais
Até que a sombra esmoreça
Assim há outros que tais
Que me sumem da cabeça
E era o vento, a chuva, a trovoada, um beijo de até daqui a nada, que os teus olhos me diziam a contento, sem nunca brilharem no momento.
Uma janela fechada
Tem duas vias paralelas
Uma leva a quase nada
Outra acende 7 velas
04 agosto 2007
De pé como a terra
04 julho 2007
Ponte
17 maio 2007
13 maio 2007
21 abril 2007
Sementeira
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